A Encruzilhada na Tradição Oculta
A encruzilhada foi sempre um local sagrado em praticamente todas as culturas humanas. Na Grécia antiga, Hécate — deusa da magia, da lua e do mundo dos mortos — era adorada exclusivamente nas encruzilhadas. No catolicismo popular português, as cruzes de encruzilhada marcavam locais de poder espiritual. Na umbanda e no candomblé, Exu reina nas encruzilhadas como senhor dos caminhos e das comunicações espirituais.
Horário e Condições Ideais
Os trabalhos em encruzilhada são realizados entre a meia-noite e as 3 da madrugada. Este período — chamado «a hora das bruxas» — é quando o véu entre o mundo dos vivos e o dos mortos está mais fino. A lua nova é ideal para trabalhos de atracção (amarrações, abertura de caminhos); a lua minguante para trabalhos de afastamento e corte.
Trabalhos Realizados Pelo Mestre Cruz em Encruzilhadas
- Pedidos a Exu e Pomba Gira — as entidades das encruzilhadas para amor e comunicação
- Amarrações de alta intensidade — quando a situação requer a máxima força
- Abertura de caminhos — as encruzilhadas são o lugar por excelência para abrir novos caminhos
- Afastamentos definitivos — enviar pessoas ou situações para longe
- Entrega de oferendas — pagamentos espirituais às entidades
Segurança nos Rituais de Encruzilhada
O Mestre Cruz segue sempre um protocolo rigoroso de segurança espiritual nos trabalhos de encruzilhada. As entidades que habitam estes locais são poderosas e requerem respeito e protocolo adequados. Um trabalho mal feito pode ter consequências indesejadas para o praticante.